A AENA, o Groupe ADP, o Heathrow e outros gestores de infraestruturas aeroportuárias são uma peça-chave no setor da aviação, uma vez que participam tanto na segurança como na eficiência operacional da maior parte dos aeroportos da Europa. No país vizinho, a ANA (Aeroportos de Portugal) administra sob a sua alçada uma dezena de aeroportos distribuídos por Lisboa, Faro, Madeira ou Açores. Também assume a gestão do ana aeroporto porto estacionamento, para facilitar a logística aos seus clientes.
A ANA opera desde os anos noventa e, ao contrário do Heathrow e de outros operadores semelhantes, foi privatizada após a viragem do século. Em contrapartida, a AENA (Aeroportos Espanhóis e Navegação Aérea) manteve-se como uma entidade pública desde o seu nascimento, contando no seu currículo com mais de sessenta aeroportos e heliportos em Espanha, no Brasil, no Reino Unido, no México, na Colômbia e na Jamaica.
Para além destes, destacam-se outros grandes nomes na gestão aeroportuária europeia:
- Groupe ADP (França): Dispõe de uma rede de vinte e seis aeroportos operados através de diferentes marcas e filiais (Paris Aéroport, TAV Airports, etc.). Sob o seu comando está o principal aeroporto francês, o Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle. À semelhança da AENA, mais de cinquenta por cento da sua propriedade está nas mãos do Governo.
- Fraport AG (Alemanha): Outro «gigante» da gestão aeroportuária. O seu campo de ação não se limita ao mercado germânico, administrando aeroportos na Grécia, na Bulgária, na China, na Índia, nos Estados Unidos ou no Brasil. A sua joia da coroa é o Aeroporto de Frankfurt, o maior da Alemanha.
- Royal Schiphol Group – RSG (Países Baixos): É outra referência do setor aeroportuário na UE, com infraestruturas em Amesterdão, Roterdão ou Lelystad. Também controla um terminal no Aeroporto Internacional John F. Kennedy.
Outros operadores de destaque: A Avinor, a Swedavia, a Finavia e a Aeroporti di Roma são os operadores mais importantes da Noruega, da Suécia, da Finlândia e de Itália, respetivamente.